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O Futebol e Fritas é uma criação de estudantes de Comunicação Social da UFPR, mesclando diversão com crônicas sobre futebol.

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bolão futfritas - geral


segundo turno


regulamento
Acerto no placar, exato: 5 pontos
Acerto na diferença de gols: 3 pontos
Acerto no time vencedor: 2 pontos
Em casos de empates, todo empate não exato valerá 2 pontos.

Critérios de desempate: 1. Acertos de 5 pontos; 2. Acertos de 3 pontos; 3. Acertos de 2 pontos; 4. Desempenho na rodada imediatamente anterior, e em caso de igualdade, na rodada anterior a esta.
Terça-feira, Janeiro 26, 2010

Parâmetros da mensuração

Após três rodadas, o Campeonato Paranaense tem mostrado uma faceta curiosa: nenhum zero a zero. E mais: nenhum jogo do Trio de Ferro acabou com ele sem marcar gol. E um jogo de cada marca essa volúpia ofensiva. Contra o Engenheiro Beltrão, na segunda rodada, o Paraná fez quatro. Contra o mesmo adversário, na terceira, o Coxa meteu cinco. Mais que isso foi o Atlético, praticamente um Tiger Woods, metendo oito no Serrano. E daí?

Podemos pensar nos objetivos das equipes no ano. Coritiba e Paraná querem voltar para a Série A do Brasileirão. O Atlético quer ser mais que o coadjuvante ameaçado das últimas temporadas. Logo, tais vitórias largas não podem servir de alento. por outro lado, perder, como fizeram Atlético contra Operário e Paraná contra Rio Branco, ambos em casa, pode sempre servir de alerta e escancarar as falhas.

Logo, a maioria dos times do campeonato está abaixo do nível técnico que será visto perto da metade do ano. Serrano e Engenheiro Beltrão tem fragilidades defensivas patentes. Entre os algozes, notemos que Rio Branco e Operário são equipes aguerridas, mas não se comparam tecnicamente a times como Ponte Preta e Avaí, só para ficar em exemplos mais medianos. O bicho realmente pegará a partir das fases mais avançadas da Copa do Brasil e nos clássicos. Por enquanto é aquela: sucessos são sussurros, fracassos são brados retumbantes. Nada que possa servir de referência clara para o resto do ano.


Pó de Guaraná

* Incrível que nenhum técnico caiu em três rodadas do Paranaense. Outros tempos? Apesar que o Nacional de Rolândia trocou de treinador uma semana antes da disputa, por ter entrado novo grupo investidor. Claudemir Peixoto deu lugar a Celso Fernandes.

* Com três rodadas, a artilharia é de Marcelo Toscano do Paraná Clube. E de pensar que chegou no clube como ala. O retorno dele à posição original foi o maior ganho técnico do Paraná na temporada passada.

* Jully Julhierme Araujo Santos é volante do Toledo e atende por Vasconcelos. Mas por que isso? A explicação é que o jogador de 22 anos, natural de Açu-RN, era considerado parecido fisicamente com um Vasconcelos da cidade natal. Vale pela curiosidade.
comentários por LEONARDO BONASSOLI @23:56 > Opiniões:


Domingo, Janeiro 17, 2010

Baierdependência

O ano é outro, a temporada é outra, mas o problema do Atlético Paranaense continua o mesmo: a Baierdependência. Paulo Baier, camisa 10 usual, capitão, armador, dono do time, foi muito importante para o Furacão na última temporada com gols, passes e mera liderança. Foi um termômetro do time no ano que se passou e mostra que assim continua sendo. O que tem de problemático nisso? Simples: a falta de opções.

No jogo contra Toledo deste domingo ficou patente. Com Paulo Baier em campo, o Furacão batia o Toledo por 1 a 0. O 10 perdeu um pênalti bem defendido por Gottardi. Mas foi ele sair contundido, com dores no adutor da coxa esquerda, para o time desmoronar e sofrer o empate, sem desmerecer a equipe do Toledo, armada de modo matreiro por Agenor Picinin. Falta reposição no meio de campo. Netinho, que entrou no lugar de Baier, está vários furos abaixo. Em certos momentos, parecia jogar rugby, devida a ausência de passes para a frente.

E não há, a princípio, quem supra isso, ainda mais que Paulo Baier se machucou e pode ficar algum tempo fora. Agora resta saber se algum reforço assume o papel ou como Antônio Lopes fará para suprir Paulo Baier quando ele não puder jogar. O Atlético carece de reposição, pois mostrou ter armação acéfala sem seu capitão.


Pó de Guaraná

* Vendo o passado recente e a atuação contra o Rio Branco, eu afirmo: Juninho não é goleiro para o nível do Paraná Clube.

* O Operário meteu cerca de 1.300 pessoas no Eco-Estádio, distante mais de 100 km de Ponta Grossa. Talvez tenha sido o público mais espetacular, devido as circunstâncias, na rodada.

* Em sete jogos do Campeonato Paranaense, nenhum 0 a 0. Por outro lado, nenhum jogo teve mais de três gols.
comentários por LEONARDO BONASSOLI @23:32 > Opiniões: